A verdade do Exorcismo
Padre Gabriele Amorth
http://esorcismo.altervista.org/index.htm
Foros sobre o Exorcismo
http://forosobreexorcismo.blogspot.com/
Orações para leigos
http://www.4shared.com/get/KhXrUT6z/Exorcismo.html
Suma Daemoniaca - José Antonio Fortea
http://www.4shared.com/file/196321176/5c09852c/Jos_Antonio_Fortea-Summa_Dmoni.html
http://esorcismo.altervista.org/index.htm
Foros sobre o Exorcismo
http://forosobreexorcismo.blogspot.com/
Orações para leigos
http://www.4shared.com/get/KhXrUT6z/Exorcismo.html
Suma Daemoniaca - José Antonio Fortea
http://www.4shared.com/file/196321176/5c09852c/Jos_Antonio_Fortea-Summa_Dmoni.html
Liturgia:
http://www.4shared.com/file/234511247/ac4ef0c9/salvem_a_liturgia_ed_06.html
Curso de Introdução á Liturgia
http://www.statveritas.com.ar/Liturgia/Curso_de_introduccion_a_la_Liturgia.zip
Curso de Apologética Cristã
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=113&Itemid=53
Em defesa da Acção Católica
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=93&Itemid=53
Manual de Apologética
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=92&Itemid=53
Denzinger 1963 (em Espanhol)
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=69&Itemid=53
Curso de Introdução á Liturgia
http://www.statveritas.com.ar/Liturgia/Curso_de_introduccion_a_la_Liturgia.zip
Curso de Apologética Cristã
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=113&Itemid=53
Em defesa da Acção Católica
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=93&Itemid=53
Manual de Apologética
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=92&Itemid=53
Denzinger 1963 (em Espanhol)
http://www.obrascatolicas.com/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=69&Itemid=53
Documentos para Seminaristas:
Formação Doutrinal:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/formacaodoutrinal.rtf
Sacerdotes para uma nova Evangelização:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/sacerdotesparaumanovaevangelizao.rtf
Laicismo:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/laicismoesquema.rtf
A missão dos Leigos na Igreja:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/missodosleigosseminaristas.rtf
A tibieza e o Espírito Santo:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/atibiezaeoespritosantoseminaristas.rtf
Piedade e doutrina:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/piedadeedoutrinaseminaristas.rtf
Unidade de vida:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/unidadedevidaseminaristas.rtf
Antropologia sobrenatural:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/06/antropologia-sobrenatural.rtf
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/formacaodoutrinal.rtf
Sacerdotes para uma nova Evangelização:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/sacerdotesparaumanovaevangelizao.rtf
Laicismo:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/laicismoesquema.rtf
A missão dos Leigos na Igreja:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/missodosleigosseminaristas.rtf
A tibieza e o Espírito Santo:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/atibiezaeoespritosantoseminaristas.rtf
Piedade e doutrina:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/piedadeedoutrinaseminaristas.rtf
Unidade de vida:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/05/unidadedevidaseminaristas.rtf
Antropologia sobrenatural:
http://www.padrefaus.org/wp-content/uploads/2009/06/antropologia-sobrenatural.rtf
Manual do Acólito
http://www.presbiteros.com.br/site/wp-content/uploads/2009/08/manualdoacolitoatual.pdf
Documentos da Conferencia Episcopal Portuguesa:
Em favor do verdadeiro Casamento
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=69756
Toda a prioridade ás Crianças
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=66276
Mais documentos em:
http://www.ecclesia.pt/cgi-bin/cepdocumentos.pl
PORTA FIDEI
| Reacções: |
CARTA APOSTÓLICA
SOB FORMA DE MOTU PROPRIO
DO SUMO PONTÍFICE
BENTO XVI
COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ
1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início no Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»[1]. Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado.[2] Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.
3. Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. Mt 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n’Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf. Jo 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. Jo 6, 51). De facto, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (Jo 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n’Aquele que Ele enviou» (Jo 6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação.
4. À luz de tudo isto, decidi proclamar um Ano da Fé. Este terá início a 11 de Outubro de 2012, no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012, completar-se-ão também vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo meu Predecessor, o Beato Papa João Paulo II,[3] com o objectivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé. Esta obra, verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II, foi desejada pelo Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985 como instrumento ao serviço da catequese[4] e foi realizado com a colaboração de todo o episcopado da Igreja Católica. E uma Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos foi convocada por mim, precisamente para o mês de Outubro de 2012, tendo por tema A nova evangelização para a transmissão da fé cristã. Será uma ocasião propícia para introduzir o complexo eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé. Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. O meu venerado Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, proclamou um ano semelhante, em 1967, para comemorar o martírio dos apóstolos Pedro e Paulo no décimo nono centenário do seu supremo testemunho. Idealizou-o como um momento solene, para que houvesse, em toda a Igreja, «uma autêntica e sincera profissão da mesma fé»; quis ainda que esta fosse confirmada de maneira «individual e colectiva, livre e consciente, interior e exterior, humilde e franca».[5] Pensava que a Igreja poderia assim retomar «exacta consciência da sua fé para a reavivar, purificar, confirmar, confessar».[6] As grandes convulsões, que se verificaram naquele Ano, tornaram ainda mais evidente a necessidade duma tal celebração. Esta terminou com a Profissão de Fé do Povo de Deus,[7] para atestar como os conteúdos essenciais, que há séculos constituem o património de todos os crentes, necessitam de ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas diversas das do passado.
(mais: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/motu_proprio/documents/hf_ben-xvi_motu-proprio_20111011_porta-fidei_po.html )
SOB FORMA DE MOTU PROPRIO
DO SUMO PONTÍFICE
BENTO XVI
COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ
1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início no Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»[1]. Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado.[2] Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.
3. Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. Mt 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n’Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf. Jo 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. Jo 6, 51). De facto, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (Jo 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n’Aquele que Ele enviou» (Jo 6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação.
4. À luz de tudo isto, decidi proclamar um Ano da Fé. Este terá início a 11 de Outubro de 2012, no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012, completar-se-ão também vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo meu Predecessor, o Beato Papa João Paulo II,[3] com o objectivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé. Esta obra, verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II, foi desejada pelo Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985 como instrumento ao serviço da catequese[4] e foi realizado com a colaboração de todo o episcopado da Igreja Católica. E uma Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos foi convocada por mim, precisamente para o mês de Outubro de 2012, tendo por tema A nova evangelização para a transmissão da fé cristã. Será uma ocasião propícia para introduzir o complexo eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé. Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. O meu venerado Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, proclamou um ano semelhante, em 1967, para comemorar o martírio dos apóstolos Pedro e Paulo no décimo nono centenário do seu supremo testemunho. Idealizou-o como um momento solene, para que houvesse, em toda a Igreja, «uma autêntica e sincera profissão da mesma fé»; quis ainda que esta fosse confirmada de maneira «individual e colectiva, livre e consciente, interior e exterior, humilde e franca».[5] Pensava que a Igreja poderia assim retomar «exacta consciência da sua fé para a reavivar, purificar, confirmar, confessar».[6] As grandes convulsões, que se verificaram naquele Ano, tornaram ainda mais evidente a necessidade duma tal celebração. Esta terminou com a Profissão de Fé do Povo de Deus,[7] para atestar como os conteúdos essenciais, que há séculos constituem o património de todos os crentes, necessitam de ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas diversas das do passado.
(mais: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/motu_proprio/documents/hf_ben-xvi_motu-proprio_20111011_porta-fidei_po.html )
Etiquetas:
Doutrina da Igreja
em
Sábado, Outubro 22, 2011
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
(Latim)
http://www.vatican.va/latin/latin_council.html
(Portugués)
http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/index_po.htm
http://www.vatican.va/latin/latin_council.html
(Portugués)
http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/index_po.htm
Concílio de Trento e Vaticano I :
Concílio de Trento:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=trento&lang=bra
Concílio Vaticano I :
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=vaticano1&lang=bra
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=trento&lang=bra
Concílio Vaticano I :
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=vaticano1&lang=bra
Igreja Ortodoxa
http://www.ecclesia.com.br/
http://www.patriarchateofalexandria.com/
http://www.iconograms.org/
http://www.macedonian-heritage.gr/Athos/
http://www.ortodoxtv.com/
http://www.theodorosvassilikos.gr/
http://www.youtube.com/GreekOrthodox
http://padremateus.wordpress.com/
http://ortodoxia-brasil.blogspot.com/
Direito Canónico:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/direito_canonico/index.html
Documentos da Igreja:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/documentos_da_igreja/index.html
Fé Cristã Ortodoxa:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/fe_crista_ortodoxa/index.html
História da Igreja:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/historia_da_igreja/index.html
Liturgia:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/liturgia/index.html
Pais da Igreja:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/pais_da_igreja/index.html
Teologia:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/teologia/index.html
http://www.patriarchateofalexandria.com/
http://www.iconograms.org/
http://www.macedonian-heritage.gr/Athos/
http://www.ortodoxtv.com/
http://www.theodorosvassilikos.gr/
http://www.youtube.com/GreekOrthodox
http://padremateus.wordpress.com/
http://ortodoxia-brasil.blogspot.com/
Direito Canónico:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/direito_canonico/index.html
Documentos da Igreja:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/documentos_da_igreja/index.html
Fé Cristã Ortodoxa:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/fe_crista_ortodoxa/index.html
História da Igreja:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/historia_da_igreja/index.html
Liturgia:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/liturgia/index.html
Pais da Igreja:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/pais_da_igreja/index.html
Teologia:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/teologia/index.html

0 comentários:
Enviar um comentário